Dicas para emagrecer de modo saudável, dietas de emagrecimento acompanhadas de exercícios físicos. Emagrecer como técnica de saúde e bem-estar. Pretendemos reunir toda a informação relevante sobre o tema emagrecer e perder peso, dietas e calorias.


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Métodos científicos para emagrecer

Um nível de gordura corporal acima dos níveis considerados seguros pode aumentar o risco de muitas doenças. Se o excesso de gordura é subcutâneo, ou seja, se ele afecta seus órgãos internos, ele pode levar a condições como diabetes, doenças cardíacas, cancro e por aí vai.
Vivemos em uma sociedade onde o nível de massa corporal mediano está aumentando. Mas isso, além de prejudicar a saúde, traz problemas de auto-estima e pode fazer com que as pessoas obesas sofram preconceito.
Confira alguns métodos científicos para perder peso e ficar mais saudável.
Dietas:
A restrição de calorias consumidas, usada para reduzir a gordura corporal, é usada com sucesso. Você realmente perde peso fazendo uma dieta. O problema é a duração desse efeito. O efeito sanfona também pode ser mau para sua saúde.
As dietas têm que ser mantidas, para que seus efeitos também sejam. Algumas das dietas restritivas que são de longo prazo são: dieta mediterrânea, vegetarianismo e dieta com baixa contagem de carboidratos.
Fazer uma dieta milagrosa, que ofereça resultados imediatos, mas que não mantenha esses mesmos resultados, não vai adiantar.
Exercicios:
Pesquisas mostram que actividades aeróbicas, feitas no mínimo três vezes por semana durante 30 minutos por sessão, podem ajudar na perda de peso, independentemente de uma dieta.
Dieta e exercício:
A combinação de uma actividade física junto com uma dieta de baixas calorias é mais recomendada, já que produz uma perda de peso maior do que a dos métodos anteriores, de uma forma mais saudável. A gordura do abdómen irá desaparecer e sua respiração ficará mais eficiente.
Terapia comportamental:
A terapia não é superior aos outros métodos. Combinada a eles ela mostra resultado, mas apenas ir para a terapia não o ajudará a perder peso.
Uma boa (e barata) alternativa neste campo é a auto-hipnose, que consiste em CDs ou arquivos MP3 que ajudam a condicionar o subconsciente a mudar os hábitos alimentares. O método mais usado no Brasil é a hipnose Pense Leve.
Você também pode tentar rir para emagrecer.
Farmacologia:
perda de peso através de drogas, aprovadas pelo Ministério da Saúde, funciona – desde que as substâncias sejam parte de um programa nutricional. É indicada apenas para pacientes com níveis de massa corporal superiores à 30, ou que tenham probabilidade de desenvolver doenças cardíacas. Há duas drogas que são aconselhadas: as inibidoras de apetite e o inibidor, que irá impedir a formação de gordura.
Um remédio para emagrecer que promete muito, quando sair da fase de testes clínicos é a Tesofensina, que leva ao dobro da perda de peso do medicamento para emagrecer mais famoso, a Sibutramina.
Cirurgia de redução de estômago:
É o método mais eficiente em matéria de mais quilos perdidos, porém, como é radical em muitos casos, é indicado apenas para pacientes diagnosticados com obesidade mórbida, que tenham o índice de massa corporal superior a 40 ou que tenham doenças cardíacas.
Mas outro método, que ainda está em teste e reduz muito o risco da cirurgia bariátrica, é um novo método no qual a cirurgia é feita pela própria boca. Esta cirurgia do estômago chama-se TOGA[Jamaica Gleaner]

Diversas formas de emagrecer

O segredo para acabar com o problema é a reeducação alimentar.
A obesidade é um problema grave que atinge boa parte da população mundial. O estilo de vida corrido e os tipos de comida que ingerimos, vem cada vez mais agravando a doença e criando novos obesos. Por isso, quem sofre desse mal, busca diversas formas para voltar ao peso ideal e viver de bem com a balança.

As mulheres são as que mais sofrem para perder peso e, muitas começam as famosas dietas Ortomolecular, Hollywood, Lua, Tipo Sanguíneo entre tantas outras. E não há dúvidas que essas dietas emagrecem, mas isto acontece porque contêm menos calorias do que gastamos, além disso, muitas delas não têm compromisso com nossas necessidades nutricionais.

Em Londres, estão desenvolvendo um gel que preenche o estômago como se fosse um alimento, mas não engorda. É um líquido que ao entrar em contato com o ácido estomacal se transforma instantaneamente em gel. A pessoa se sente satisfeita até o gel ser absorvido pelo organismo. Porém, não está disponível no Brasil.

Outra forma parecida é um comprimido que quando ingerido aumenta 100 vezes o seu tamanho, deixando a pessoa e o estômago cheio e, consequentemente, fazendo com que ela ingira uma quantidade menor de comida.

Existem métodos cirúrgicos como, por exemplo, reduzir o estômago. Mas, um estudo americano publicado no "World Journal of Gastroenterology" constatou que 206 mulheres, com idade fértil, acompanhadas após fazer cirurgia de redução do estômago ficaram suscetíveis a desenvolver anemia. O problema se desenvolve porque quando o paciente retira "um pedaço" do estômago, a absorção de ferro fica prejudicada, mesmo tomando remédios para a recomposição desse nutriente.

Porém, nenhuma dessas formas age diretamente no problema. É preciso fazer uma reeducação alimentar para atingir o peso ideal. No Brasil, já existe um tratamento liberado pela ANVISA chamado de Balão Intragástrico, que faz com que o paciente aprenda a comer novamente, pois é acompanhado por uma equipe multidisciplinar que ajuda a emagrecer no tempo certo, e ainda disponibiliza o site www.levecomvoce.com.br com dicas de nutrição, bem-estar, atividade física e motivação.


O Balão Intragástrico funciona como um bolo alimentar artificial e, consequentemente, aumenta a saciedade precoce. O balão é introduzido no estômago e retirado via endoscopia, é feito de silicone e possui uma válvula lisa e um catéter de introdução. Ao chegar ao estômago, o balão é preenchido com um volume de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis. Recomendado por no máximo seis meses, o procedimento é simples, não exige afastamento das atividades diárias e o paciente pode comer de tudo e ter uma vida normal, desde que siga as orientações de seu médico.[14]

Quando terminar o tratamento, o corpo deverá se adaptar a nova rotina de alimentação e, o mais importante, com um peso e absorção de nutrientes ideais para uma boa qualidade de vida.